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Pensando em Braille
Dezembro 2009 |
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Sobre o Sistema Braille |
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O Braille hoje
Pedro Zurita Fanjúl, Espanha.
O autor realiza uma defesa argumentada do sistema Braille, a partir da exposição de experiências com sucesso a nível mundial, da explicação do sistema, da demonstração dos benefícios de seu ensino e do aproveitamento das bases Braille para o desenvolvimento de outros sistemas complementares; da apresentação das inumeráveis vantagens de sua universalização e da manifestação dos desafios enfrentados pelas associações e grêmios de cegos no melhoramento do sistema para conseguir que as pessoas portadoras de deficiência visual possam ter acesso a mais livros e a outros materiais impressos.
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O sistema Braille na América Latina. Vigência e desafios em uma região desigual
Fernando Galarraga, Equador.
O Secretário de Tecnologia e Acesso à Informação da ULAC fala do início da história para as pessoas portadoras de deficiência visual, a partir do invento do Braille e faz uma reflexão de seus aportes na América Latina e dos imensos desafios deste e de outros sistemas para vencer as brechas, as fronteiras e os limites enfrentados pelos cegos para terem acesso democraticamente a serviços e avanços tecnológicos. |
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Louis Braille
Dean Lermen G. Comunicador Social – Jornalista, Colômbia.
Crônica da leitura e a escritura para um cego. Dean Lermen faz um artigo literário sobre Louis Braille e seu inestimável legado para as pessoas portadoras de deficiência visual. |
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A importância do sistema Braille na vida profissional de uma pessoa cega
Pedro Andrade Lozada, Colômbia.
Apologia ao sistema Braille como ferramenta que brinda apoio, suporte e segurança às pessoas cegas para alcançarem a sua autonomia em todas as facetas da vida. |
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A importância do sistema Braille para as pessoas com surdocegueira
Shirley Rodrigues Maia, Brasil.
A professora brasileira Shirley Rodrigues fala da surdocegueira, de sua tipologia e do processo educativo das crianças que a padecem, em função de sua condição específica. |
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“Falemos do sistema Braille e da surdocegueira”
Alejandra Carranza, Argentina.
Alejandra Carranza, professora surdocega, fala desta deficiência e das múltiplas possibilidades oferecidas pelo sistema de lecto-escrita Braille para ter acesso à comunicação, à informação, à cultura e ao entretenimento, já que o domínio deste alfabeto os aproxima ao conhecimento e - ao mesmo tempo - abre-lhes a porta do enriquecimento pessoal e do exercício de seus direitos. |
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Braille: algumas constantes e outros paradoxos
Mariano Godachevich, Vice-presidente de Faica, Argentina.
Apesar do ingresso de novas tecnologias no acesso à leitura e à escritura de cegos, o sistema Braille continua sendo um elemento fundamental para a alfabetização desta população nos países latino-americanos. |
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De Direito de autor |
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Panorama do Direito de Autor e dos portadores de deficiência na América Latina
María Constanza González, Assessora da Subdireção de Direito de Autor, CERLALC.
Análise referencial das possibilidades existentes, desde o direito de autor, dos portadores de deficiência visual latino-americanos a terem acesso a obras protegidas. |
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Direitos de autor e livros em Braille
Pablo Lecuona, participante da ULAC em parceria com o trabalho da
Campanha Direito à Leitura da União Mundial de Cegos.
O uso da tecnologia potencia as possibilidades de produção e difusão de materiais de leitura para cegos. Por isto, é importante atualizar as normas desde o direito de autor para encontrar uma fórmula nos países da região, que permita aproveitar as novas oportunidades de escala de produção, articulação e posta em comum de recursos, sem atingir os direitos e interesses dos autores e editores. |
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Acesso a materiais de leitura |
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Anotações de leitores e leituras
Dean Lermen González, Comunicador Social – Jornalista, Colômbia.
Mapa ibero-americano que mostra como se dá o acesso aos materiais de leitura nos países da região para as pessoas portadoras de deficiência visual, partindo dos conceitos de equidade, equiparação e proteção, como fundamentos da democracia. |
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Livros para cegos na América Central, a grande Dívida?
Julio Canizales, El Salvador.
Apresentação das maiores dificuldades enfrentadas pelas pessoas portadoras de deficiência visual na América Central para terem acesso a materiais de leitura, principalmente aos livros em Braille. |
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Seis pontos de apoio para mover-nos no mundo
Norma Toucedo, Secretária Geral da ULAC, Uruguai.
Norma Toucedo fala de sua experiência leitora desde a sua infância e das múltiplas possibilidades existentes para que as crianças cegas tenham acesso aos materiais de leitura. |
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Considerações sobre o processo de lecto-escrita nas crianças cegas
Sonia Maluendres Professora de Apoio Escolar Bacharel y Cristina Sanz
Professora de Braille Docentes da escola 515 para Cegos e com Diminuição
Viaual “Elina Tejerina de Walsh”.
A metodologia de ensino da lecto-escrita, empregada pela escola para cegos e deficientes visuais ‘Elina Tejerina de Walsh’, parte das correntes pedagógicas da psicogênese e do construtivismo. O trabalho desde a psicogênese permite compreender que a aprendizagem da leitura e da escritura são contínuos e permanentes, e que quando a criança chega à escola já o começou, pelo qual esse conhecimento não se pode ser perdido. Desde a teoria construtivista, estimula-se a aprendizagem, favorecendo o desenvolvimento integral do sujeito para que assimile a realidade e compreenda tudo o que o rodeia de acordo com as suas necessidades particulares. |
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Recursos |
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Entrevista a Manuel Enríquez, escritor espanhol.
“Aos escritores de hoje nos faz falta passar fome”
Germán Cárdenas González, jornalista, Colômbia.
Este escritor espanhol de novelas e contos sem o sentido da visão, fala da produção literária na América Hispana, de sua inspiração e de sua obra, e defende a língua espanhola como idioma dominante. |
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Entrevista a Danaisa Rojas Ochoa, poetisa cubana.
“O livro é um canto de asas que precisa chegar a todos os lugares”
Germán Cárdenas González, jornalista, Colômbia.
Esta prolífica e premiada escritora cubana fala de sua obra, sua inspiração, sua deficiência visual, da literatura em Cuba e na América Latina, e do fomento da leitura através da livre circulação dos livros. |
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Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência
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Diseño: Mottif.
Fotografía: Edna Patricia Gutiérrez O.
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Pensar el Libro nº 6
Fórum ibero-americano sobre o livro, a leitura e as bibliotecas na sociedade do conhecimento |
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Pensar o Livro nº 5
Para as bibliotecas da Iberoamérica |
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Pensar o Livro nº 4
Preço Fixo |
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Pensar o Livro nº 3
Lendo uma prioridade na Iberoamérica |
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Pensar o Livro nº 2
Reflexões sobre a pirataria na Iberoamérica |
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Pensar o Livro nº 1
As indústrias culturais e de comércio livre |
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